De onde vem aquelas pequenas coisas?
Aquelas que sinto ao ouvir teus passos,
O som da tua voz a invadir o espaço,
E me fazendo ter vontade de sair,
Desse vácuo de medo e solidão...
Ainda assim eu sei,
Que algo se perdeu,
Dentro de mim,
Há tanto tempo que minha alma adoeceu,
Mas o remédio que preciso,
Não está dentro de você,
E um dia estragarei tudo,
Com o medo de deixar acontecer,
De onde é que vem aquelas coisas?
Aquelas que eu me finjo perceber,
Aquelas que encontro nas janelas do teu ser,
O teu olhar me fuzilando,
E me obrigando a te aceitar...
Ainda assim, quero saber,
Se há espaço pra nós dois,
Hoje e amanhã,
Antes e depois,
Só que o espaço que eu quero,
Não é tão perto do jardim,
E bem por isso não me entrego,
Nem roubo teu beijo pra mim
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