O ócio gera ânsia de vômito, querida
Quando se quer botar pra fora qualquer demasia
Bater as botas pra tirar a lama
Bater a cabeça deitado na cama
Talvez eu nunca aprenda a fazer poesia
Olhar o céu pelas telhas
Ter tua voz nas orelhas
A lua olha você me olhar
O ócio me impera
Eu vejo a vida passar
E mesmo que eu fuja ele vai me alcançar
Por que de fato
É vida que segue,
É vida que é leve
Leve o ócio embora pra a ânsia passar
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