O primeiro era o erro
E era errado, sendo certo
Já que o seu certo era ser errado
...
O segundo era a dúvida
E duvidava da vida
Já que sua vida era duvidar
...
A terceira era, sem erro
O acerto do duvidoso
E duvidava que a vida pudesse ser incerta
...
A quarta era, sem dúvida
As questões imorais do errado
E questionava, sem ética, as vidas
Os quatro eram a rima
De algo novo
Cheio de promessas de erro
Os quatro são ainda
Um começo de dúvida (sem gotas de dor)
Em passos largos
E curtos
Em palavras curtas
E grossas
Os quatro serão pra sempre
Eternos num momento
Que já passou
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