A poesia que escorre de meus pulsosse desestrutura em minha essência pesadae a liberdade reverbera em meu serfazendo com que o ânimo se torneânsia de cair por ai em busca de algoque eletrize e modifique o estado de equidade dos diassomos jovens em busca do tesão pela vida
que sonham em ser poetas iluminados
sonham em ser os heróis quebrados dos vagabundos
sonham em ser a pura representação da existência inerente
sonhamos em ser nada, pois ninguém é
sonhamos em ser apenas o vazio de possibilidades
que todos nós somos
sonham em ser os heróis quebrados dos vagabundos
sonham em ser a pura representação da existência inerente
sonhamos em ser nada, pois ninguém é
sonhamos em ser apenas o vazio de possibilidades
que todos nós somos
os jovens, os loucos, os santos de Kerouac
perdidos no vasto mundo sem fim
do Deus piedoso, do Deus bondoso
do Deus cristão-budista das noites sem fim
e dos cânticos hebraico-latinos à beira de uma fogueira
ao pôr-do-sol do eterno amanhã brilhante e santificado
perdidos no vasto mundo sem fim
do Deus piedoso, do Deus bondoso
do Deus cristão-budista das noites sem fim
e dos cânticos hebraico-latinos à beira de uma fogueira
ao pôr-do-sol do eterno amanhã brilhante e santificado
somos poetas, que sonham não com versos
nem estrofes negras e nem com a barbárie das letras
mas sim com momentos dionisíacos
e com ser o Apolo em crise existencial
o profano, o santo, o humano
a benção às margens do Ganges
nem estrofes negras e nem com a barbárie das letras
mas sim com momentos dionisíacos
e com ser o Apolo em crise existencial
o profano, o santo, o humano
a benção às margens do Ganges
queremos a vida, a existência delicada,
os mínimos momentos em um prisma solar,
poder reparar até no pó disperso nas mesas,
perceber cada segundo, cada devaneio
cada momento de tesão à pesada vida
que se justifica totalmente em si própria,
queremos ser vivos, mais vivos do que nunca!
os mínimos momentos em um prisma solar,
poder reparar até no pó disperso nas mesas,
perceber cada segundo, cada devaneio
cada momento de tesão à pesada vida
que se justifica totalmente em si própria,
queremos ser vivos, mais vivos do que nunca!
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