esperando por uma chance, de consumir os corpos putrefados
a dor do sangue derramado em meio a metrópole cinzenta
onde homens vestidos em arrogância esperam por sua queda
dos altos edifícios à periferia
e o fedor das calçadas e das mansões milionárias impregna feito mijo
Não me lembro da última vez em que abri a janela e não vi sordidez
esqueçam a América capitalista
e salvem suas prostitutas
e as crianças das favelas
e os velhos com câncer
o choro e as lágrimas
a dor e o ar rarefeito
a oração rogada de joelhos em noites fantasmas
a existência divina e as mães de misericórdia
o espírito por fim revela a beleza com a chuva torrencial de manhã
com o doce gosto na língua
com a imaginação na mente.
esqueçam a América capitalista
e salvem suas prostitutas
e as crianças das favelas
e os velhos com câncer
o choro e as lágrimas
a dor e o ar rarefeito
a oração rogada de joelhos em noites fantasmas
a existência divina e as mães de misericórdia
o espírito por fim revela a beleza com a chuva torrencial de manhã
com o doce gosto na língua
com a imaginação na mente.
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