No fim de tarde
Tudo é dor
Eu sumi no teu sumiço
Desapareci em linhas de livros
Mas entre elas, não te li
Meu amor, eu sou letrado
Nos versos diversos
Do teu esplendor
Na luz da noite
Entre as cores bonitas de tudo
Você parece tão boa
Quanto um porre na madrugada sem fim
Você espera o dia amanhecer, você bem sabe:
Tudo é dor
Eu sumi no teu sumiço
Desapareci em linhas de livros
Mas entre elas, não te li
Meu amor, eu sou letrado
Nos versos diversos
Do teu esplendor
Na luz da noite
Entre as cores bonitas de tudo
Você parece tão boa
Quanto um porre na madrugada sem fim
Você espera o dia amanhecer, você bem sabe:
"O nascer do sol é muito bom
E a minha ressaca será bastante ruim"
E a minha ressaca será bastante ruim"
É o que dizem as pequenas delícias
Da vida e das calçadas rachadas
E o que são os delírios
se não um monte de almas machucadas?
Ratifico: tudo é dor
Você desaparece nesses dias
E eu ressurjo todo sujo
Sou o próprio desamor
E lhe confesso:
Da vida e das calçadas rachadas
E o que são os delírios
se não um monte de almas machucadas?
Ratifico: tudo é dor
Você desaparece nesses dias
E eu ressurjo todo sujo
Sou o próprio desamor
E lhe confesso:
"Sinto saudades daquelas pessoas
Que eu mandei embora"
Que eu mandei embora"
E riem as senhoras
Em suas salas vãs
No começo do dia
Não tem novela
Só notícias de assustar...
Te deixar velha
Só pedaços de jornal
E receitas de panela
Que você nunca irá fazer
Meu amor, você sumiu
E eu nunca mais irei te entreter
Falta só mais uma coisa pra dizer:
Em suas salas vãs
No começo do dia
Não tem novela
Só notícias de assustar...
Te deixar velha
Só pedaços de jornal
E receitas de panela
Que você nunca irá fazer
Meu amor, você sumiu
E eu nunca mais irei te entreter
Falta só mais uma coisa pra dizer:
"Eu tenho fome de vida
E sede de você"
E sede de você"
(Sob o pseudônimo - Henrique Rodrigues)
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