Por onde andas?
A noite quando te vi a tantas,
estava embriagada
falando nada com nada
Por onde se esconde?
E aquele seu medo, me conte!
Rodava pela rua,
ao reflexo no espelho da lua,
louca inconsciente,
e esse seu sumiço permanente?
Me diga, o que seus olhos púrpura viram?
uma ruptura com o real?
viveste um pesadelo?
não têm a coragem de admitir teme-lo?
ah, mas você têm, desafia a si
essa é sua filosofia, sua vida
Sangue esboçado em uma poça qualquer,
distante de toda vista a moça,
admirando sua capacidade,
de se esconder da felicidade,
este era seu segredo
sua voz, o grito triste.
Onde está você agora,
se não, escondendo-se no mundo porta á fora?
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